SAUDE DOS ANIMAIS

Foto meramente ilustrativa

Nessa pagina, vamos publicar diversos artigos de importância para aqueles adotaram animais, para quem compra animais, para quem ama seus animais e mesmo para a questão da saúde publica.  Os artigos aqui apresentados sao conselhos de veterinarios, especialistas e varias fontes valiosas de consulta. Contudo, nao substitui a visita ao veterinario. Leve o bichinho ao veterinario imediatamente se notar algo errado, ele depende de voce para viver feliz e sadio.

Leiam os artigos, imprimam e distribuam no seu bairro.

Essa pagina objetiva  conscientizar sobre a saude do seu bichinho. Toda informacao citamos o link, as fontes e as fotos nao tem intencao de ferir direitos autorais.  Entao ja sabe o que fazer ne? Leve o animal ao veterinario ao menor indicio de desconforto incluindo saudade do dono. 

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26/01/2017

Leishmaniose:

Falta de informação pode levar ao sacrifício de cães com leishmaniose visceral canina

Doença transmitida por mosquito passou a ter tratamento reconhecido pelo governo desde setembro, não sendo necessário o sacrifício do animal.

Manter a carteirinha de vacinação do animal de estimação atualizada é muito importante, não só para a saúde do animal, mas também para proteger o dono e a população em geral. Conforme especialistas, a vacina continua a ser o método de prevenção mais confiável e eficaz contra as doenças, entre elas uma que preocupa os órgãos de vigilância sanitária quando o assunto é zoonose: a da leishmaniose visceral canina, doença transmitida pelo mosquito-palha que afeta homens e animais – e pode ser fatal em ambos os casos.
É que não havia tratamento reconhecido pelo Ministério da Agricultura para a doença, o que obrigava o dono do animal diagnosticado a sacrificar o “melhor amigo” para proteger a saúde da família – obrigado pela legislação vigente. Mas, em setembro do ano passado, o Ministério aprovou a comercialização do Milteforan, uma das drogas mais utilizadas na Europa para o tratamento da doença, desenvolvida pelo grupo de pesquisas da Brasilleish, com o apoio do laboratório Virbac. O problema, apontam especialistas, é que muita gente não sabe disso e continua sacrificando os animais diagnosticados com a doença.
Além disso o especialista em infectologia e imunização animal, médico veterinário Paulo Tabanez, alerta para outro problema: a falta de adesão à vacina que protege contra a leishmaniose. Segundo ele, muitos proprietários de cachorros desconhecem a vacina, no mercado desde 2008. “Quando os donos procuram uma clínica veterinária para realizar as vacinas dos pets, muitas vezes o veterinário se esquece de orientar sobre a imunização contra a leishmaniose. A vacina não previne o contato, mas previne que o animal fique doente”.
Segundo ele, existem três tipos de vacina contra a leishmaniose: duas desenvolvidas na Europa e uma no Brasil. Mas antes de realizar a primeira dose da vacina, é necessário que o cão passe por um exame sorológico. Caso o resultado da triagem para doença seja negativo, o animal poderá ser vacinado contra a leishmaniose.
Cronograma
Só cães acima de quatro meses que tiverem o resultado do exame sorológico negativo podem tomar a vacina, segundo Paulo Tabanez. Na primeira vez, o animal precisa tomar três doses da vacina. “A primeira dosagem é após o resultado dos exames, a segunda dosagem após 21 dias da primeira dose e a terceira também. Depois, o reforço é anual”, explicou.
Por Isabelle Valois
Para saber mais: Fonte Olhar Animal
http://olharanimal.org/falta-de-informacao-pode-levar-ao-sacrificio-de-caes-com-leishmaniose-visceral-canina/

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09/09/2016

MANUAL DOS GATINHOS


Por Que os Gatos se Comportam Assim?


Bem diferentes dos cães, os gatos têm comportamentos e atitudes quase impossíveis de entender. Os felinos são criaturas enigmáticas, com instintos, emoções e reações tão próprias e únicas que até para os donos é difícil de decifrar.

Por isso, apresentamos a seguir uma espécie de dicionário de linguagem corporal para ajudar você a compreender melhor o seu bichano:

1) Sacudindo o traseiro e pronto para saltar: 
Os gatos fazem assim quando estão se preparando para atacar uma presa (ou o que eles acham que é uma presa).


2) Rolar: Seu gato demonstra que está a fim de brincar e que confia em você.

3) Apontar o traseiro: Este gesto significa simplesmente "oi". Os gatos também têm o costume de "inspecionarem" os traseiros uns dos outros

4) Olhinhos semicerrados: Os gatos dão essa olhada típica quando estão contentes. Olhos levemente semicerrados e piscadinhas são sinal de confiança.

5) Deitar-se enroscadinhoOs gatos dormem nesta posição para conservar o calor corporal.

6) Sentado escondendo as patas: Os gatos se sentam com as patas debaixo do corpo quando se sentem seguros. Além disso, é outra forma de manter o calor corporal.

Para saber mais sobre seu gatinho, clique no link
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09/09/2016


Como Deixar o seu Animal Sozinho em Casa

foto sem ferir direitos autorais, fonte Saude Animal link acima


02/09/2016
ANIMAIS FAZEM BEM A SAUDE, LEIA E VEJA COMO SEU BICHINHO PODE AJUDA-LO NAS QUESTOES FISICAS E EMOCIONAIS.

"Segundo o veterinário Rafael Pires de Camargo, de São Paulo, a procura por animais de estimação tem uma explicação simples. "Hoje em dia as pessoas se isolam mais e tentam suprir a solidão com animais de companhia. Eles dão bem menos trabalho do que os seres humanos e são muito mais compreensivos", diz o especialista. Camargo, que é responsável por um canil com animais para doação no interior do Estado, afirma que a maioria dos seus clientes é mulher de meia-idade."

Clique no link e leia sem pressa, seu bichinho pode mudar sua vida e lhe dar um pouco mais de qualidade a ela.



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Uma coisa é fato: esse tipo de osso/brinquedo é um dos mais vendidos nas petshops do Brasil todo. Simplesmente porque além de baratos, os cachorros AMAM. São capazes de ficar horas mastigando esse osso, até virar uma gelatina. Diversão garantida. Mas, é MUITO PERIGOSO!

Se você ama seu cachorro, não dê esse tipo de osso pra ele. Vamos explicar o porquê.

1. Quando engolido em pedaços muito grandes, eles não são digeridos pelo organismo do cachorro.
2. Podem conter química como Formaldeído e Arsênico
3. Podem estar contaminados com Salmonela
4. Podem causar diarreia, gastrite e vômitos
5. Podem causas engasgos e obstrução intestinal

Fonte: Tudo sobre Cachorros, link acima, trata-se de um valioso site para os donos dos peludinhos, vale a pena ler e colocar nos favoritos
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CACHORRO COM CHEIRO MUITO FORTELEIAM MAIS SOBRE A SAUDE DO SEU BICHINHO NO LINK ABAIXO

Já falamos algumas vezes aqui no site e no nosso Facebook: cachorro tem cheiro de cachorro. Se a pessoa se incomoda com o cheiro característico dos cães, não deveria ter um, pode optar por um gato ou qualquer outro animal de estimação.

A teoria de que tem que dar banho toda semana (já vimos gente dando dois banhos por semana) é completamente errada. Cachorro não é gente que precisa de banho com frequência. Dar muito banho produz o efeito inverso: você tira a proteção da pele do cão, ele produz mais sebo e fica com o cheiro mais forte. Veja aqui a frequência ideal dos banhos.

Agora, se seu cachorro está apresentando um cheiro mais forte do que o normal, é bom investigar porque isso pode ser ocasionado por diversos fatores que precisam de tratamento.

Problemas de pele

Se o seu cachorro está com um cheiro de terra ou algo semelhante, ele pode estar com alguma doença de pele. Reações alérgicas, infestação por parasitas (pulgas), fungos (malassézia) ou bactéria pode causar um odor forte.

Problemas de ouvido

Quando o cachorro está com otite (infecção de ouvido), ele produz mais cera e essa cera especificamente tem um odor muito forte. Se sentir um cheiro forte do seu cachorro, cheire as orelhas pra ver se vem daí. Observe se está com vermelhidão ou com excesso de cera e se essa cera é escura. Leve-o ao veterinário pois ele vai precisar de medicamentos específicos dependendo do problema.

Fonte: Cachorro com cheiro muito forte | Tudo Sobre Cachorros http://tudosobrecachorros.com.br/2015/10/cachorro-com-cheiro-muito-forte.html#ixzz4CTfC72pf 
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Alerta: Como agir em caso de achar filhotes de passarinhos.

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BARRIGA D'AGUA EM ANIMAIS - 
fonte: http://lupusalimentos.com.br/lupus_mundopet/ascite-ou-barriga-dagua-em-caes-e-gatos/





Quando um animalzinho surge com a barriga inchada ou grande, a primeira coisa que se pensa é que o animal está com vermes, o que nem sempre é verdade. A ascite (nome dado a este acúmulo de líquido no abdômen) pode ter diversas causas, que nem sempre são tão simples de tratar como é o caso de uma verminose.
O líquido presente na cavidade abdominal pode conter sangue, urina, plasma e outros. Por isso, é tão importante não subestimar este sintoma. As possíveis causas de uma ascite podem ser verminoses, falta de proteína no sangue (hipoproteinemia), tumores, insuficiência cardíaca, insuficiência hepática, ruptura de bexiga e ruptura de outros órgãos abdominais. Em gatos, inclusive, a principal causa pode ser infecciosa. Por isso, fica aqui uma dica, nunca deixe seu animal passear sozinho na rua, não deixe de vaciná-lo corretamente, não o alimente com comida e administre vermífugos periodicamente, de acordo com a orientação veterinária. Estas práticas simples podem prevenir acidentes e problemas como esses.
Um grande problema decorrente da ascite é a infecção que pode ocorrer, já que este líquido “solto” no abdômen pode ser um ótimo meio de crescimento para bactérias, com consequências ainda maiores.
O diagnóstico é bastante simples, com um exame clínico feito pelo Médico Veterinário, com uma boa palpação abdominal e exames de imagem, como ultrassom e raio-x que podem revelar alterações em órgãos internos, como o fígado, por exemplo; além de análise do líquido abdominal, que pode revelar sua composição e possível origem. Assim sendo, antes de iniciar qualquer tratamento é preciso saber qual a causa do problema.
Muitos cães e gatos, além de sofrerem com o incômodo causado pela grande quantidade de líquido, ainda podem ter dificuldade para respirar (dispneia), falta de apetite (anorexia), cansaço, letargia, dificuldade para andar, dentre outros. O tratamento, portanto, visa aliviar estes incômodos e também retirar a causa, para que o líquido não volte a se acumular. Dependendo da causa do problema, poderão ser utilizados medicamentos com ação diurética, antibióticos e vários outros. Além disso, uma técnica chamada de paracentese, feita pra drenar este líquido pode ser realizada, inclusive como auxílio diagnóstico, já que este líquido poderá ser enviado para análise.
A ascite pode surgir como único sintoma ou então, associada a outros sinais clínicos, como alerta de uma ou mais doenças, por isso a investigação é tão importante quanto o tratamento.
Caso o seu animal apresente este problema, procure o Médico Veterinário para descobrir a causa e trata-lo adequadamente, não realize nenhum procedimento ou administre medicamentos sem orientação veterinária, pois além de piorar o quadro clínico do animal, pode por em risco a saúde do mesmo.
Larissa Salles Teixeira
CRMV/PR 11718
Cornélio Procópio – PR
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19/03/2015

SOBRE A EPIDEMIA DE DENGUE



NO LINK ACIMA VOCE PODE BAIXAR E IMPRIMIR E DISTRIBUIR NO SEU BAIRRO

Prevenção da Dengue
A prevenção é a única arma contra a doença.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Clique no link acima para ver mais. 
Fique informado, distribua folhetos no seu bairro, na sua comunidade. A limpeza  é fundamental para combater o mosquito. 
Use tambem velas de citronelas que repelem mosquitos. Usem repelentes, existem repelentes que tambem agem como protetor solar.
Muito importante que voce coloque telas nas janelas, nao somente para impedir mosquitos e moscas mas outros insetos como baratas.
O lixo deve ser sempre em sacos de plasticos bem lacrados, espirre um pouco de inseticida quando colocar na calcada para a coleta.
Nao joguem lixos em pracinhas, terrenos baldios, ajude a combater a sujeira, pobres e ricos estao sujeitos a serem infectados.

Dicas para os animais:
Escovem sempre seus animais, mantendo eles sempre limpinhos, limpando sempre o local ou mesmo quando for caminhar. Ligue para a prefeitura para investigar terrenos infestados de ratos, baratas e lixo. Cuidado com os carrapatos.
Animais com pelagem longa tem que ser escovados sempre. Os de pelagem curta ou media tambem.
Acostumem seus animais a serem escovados, eles adoram, vejam as dicas sobre que tipo de ecova usar, mas abaixo nessa pagina.

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17/03/2015
Importante: Castração 

A castração consiste em uma cirurgia feita em cães e gatos (fêmeas e machos) para impedir que se reproduzam sem controle e, com isso, aumentando o numero de animais abandonados. A cirurgia é simples e feita com anestesia geral. Mas deve ser executada apenas por veterinários devidamente habilitados. Após a cirurgia, o animal não precisa ficar internado e, em torno de uma semana já se encontra totalmente recuperado. Nas fêmeas, a intervenção é feita com a retirada do útero, trompas e ovários. Nos machos consiste na retirada dos testículos.



creditos: facebook.com/Vigilantes dos animais

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SITE DA PREFEITURA DE S.PAULO:

TUDO SOBRE ANIMAIS SINANTROPICOS

DENGUE, LEPTOSPEROSE, GIARDIA


Devido as epidemias de Dengue e outras doencas, fique informado. 
Dicas: Velas feitas a base da planta Citronela sao excelentes para repelir
insetos. Mas cuidado, sempre fique de olho na vela para nao provocar incendios ou acidentes com pessoas e animais, coloque a vela em lugar e recipientes seguros. Para pessoas que moram em sitios ou no litoral, tochas a base de citronela sao perfeitas desde que tambem tenham cuidados para prevencao de acidentes.




imagem ilustrativa creditos blogclickgratis.com.br 



Este link deve ser acessado e lido. Trata-se de um manual sobre animais sinantropicos.
O que sao animais sinantropicos?

"Animais sinantrópicos são aqueles que se adaptaram a viver junto ao homem, a despeito da vontade deste. Diferem dos animais domésticos, os quais o homem cria e cuida com as finalidades de companhia (cães, gatos, pássaros, entre outros), produção de alimentos ou transporte (galinha, boi, cavalo, porcos, entre outros).
 Destacamos, dentre os animais sinantrópicos, aqueles que podem transmitir doenças, causar agravos à saúde do homem ou de outros animais, e que estão presentes na nossa cidade, tais como: abelha, aranha, formiga, carrapato, baratas, ratos, etc."

MANUAL: ANIMAIS SINANTROPICOS
Este link acessa um manual com esclarecimentos no combate e como evitar e se proteger dessas especies que transmitem doencas.
Leia e repasse. Se voce for professor de qualquer grau de ensino, repasse para os alunos. Juntos podemos ser o diferencial e todos que tem bases solidas de conhecimento podem ser um educador.
Voces que adoram o facebook e as redes sociais, compartilhem. 
"Vamos precisar de todo mundo
Um mais UM eh sempre MAIS que DOIS
para construir a vida nova, vamos precisar de muito amor" 
Beto Guedes
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Março 2015

VOCÊ SABIA? DICAS BÁSICAS PARA OS PETS

por Talita Ribeiro

* O choro dos filhotinhos sempre precisam de atenção, principalmente quando a companhia e o ambiente mudaram. O choro pode significar muitas coisas desde manha, solidão, tristeza ou doença. 
* É de suma importância vermifugar o pet, isso contribui para eficácia da vacinação, além de eliminar os endoparasitas. Em raros casos, alguns tipos de vermes circulam pelo sistema sanguíneo e se alojam no coração, levando o animal a morte. 
 Animais albinos, com toros (almofadinhas) e nariz rosados devem passar protetor solar, pois também são propícios a câncer de pele.
* Para quem tem gato, pode plantar em um vasinho alguns grãos de milho. Os felinos ao digerirem as graminhas são "incentivados" a vomitarem bolas de pelo. Cães também podem comer, pois ajuda na digestão de alimentos.
* Quando ver um gatinho com três cores, saiba que ele, na verdade, é ela. Somente as fêmeas possuem três cores.



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March 2015

DOENCA DO CARRAPATO EM CACHORROS: 

SAIBA TUDO SOBRE ESSA DOENCA 

Por: Filipi S. A, Bluepet


foto meramente ilustrativa free download

"Você já viu um carrapato? E um carrapato de cachorro? O carrapato de cachorro é o Rhipicephalus sanguineus. Se você pensa que ele apenas pica, dá coceira e incomoda a família toda, está enganado. Além de tudo isso, ele ainda transmite doenças! Esse indesejado ectoparasita faz realmente um estrago no seu bichinho. Uma das doenças mais frequentes transmitidas por ele é a Erliquiose, ou também chamada “doença do carrapato”. 
Causada por bactérias do gênero Ehrlichia, principalmente pela Ehrlichia canis, essa doença é muito perigosa e pode levar o bichinho a morte. Por isso, a qualquer alteração, é importante que você corra com ele para o médico veterinário. Vale lembrar que como ela é transmitida pela picada de um carrapato, no mesmo momento outras doenças podem ser passadas para o animal como a Babesia, Hepatozoon e Hemobartonella canis. Todas elas muito perigosas! 

Como é transmitida?
O carrapato, que tem um ciclo longo, vai e pica um cachorrinho com a doença, se contamina e pica outro bichinho, saudável. Pronto! Ele passou a doença do cão infectado para o outro. A bactéria então se instala no cachorrinho que estava bem, se multiplica e causa a doença. 

Sintomas da Erliquios

Febre, falta de apetite, secreção nasal, depressão, vômitos, sinais pulmonares entre outros, podem aparecer na fase aguda da doença, mas, se o sistema de defesa do organismo do bichinho estiver bom, vai evoluir para a forma crônica. Nesse caso, ao se fazer um hemograma, será constatado uma serie de alterações pelo médico veterinário. A fase crônica o animal tem os mesmos sintomas da fase aguda, porém atenuados. Fica triste, caquético e mais susceptível às infecções secundárias. A anemia é intensa! 

Como saber que meu cão tem a doença do carrapato?

Só levando ao médico veterinário. Ao examinar, ele suspeitará da doença e quando necessário, poderá pedir uma serie de exames para ter certeza. Va preparado para pagar os exames. 

Tem tratamento?

Sim! E quanto antes começar melhor. No geral, o bichinho é tratado com um antibiótico e com algumas injeções aplicadas na própria clínica. Em casos graves, pode haver a necessidade de transfusão sanguínea.

Além disso, vitaminas e uma alimentação especial podem ser indicadas pelo profissional, para ajudar na recuperação. Fluidoretapia também pode ser necessária, de acordo com o estado do bichinho. O tratamento pode durar de 3 a 4 semanas nos casos agudos e até 8 semanas nos demais. Embora haja cura, ela nem sempre acontece. Dependerá muito do tempo que o proprietário levou para ser examinado. Quando mais demorar, menor a chance. 

Como posso evitar?

Não existe vacina! Para evitar a erliquiose, o controle de carrapatos é essencial. Para isso, mantenha o seu cão com o pour on em dia e sempre que adotar um bichinho novo, sempre acabe com os carrapatos, antes de colocá-lo em contato com os demais. Além disso, você pode fazer uso de coleiras carrapaticidas, talco para colocar nos paninhos, shampoo e sabonete carrapaticidas entre outros produtos disponíveis no mercado pet. Além disso, não pode se esquecer de matar os carrapatos do ambiente com produtos apropriados para isso. só assim evitará a doença!"

Como acabar com carrapatos de cachorro

No link abaixo voce vai encontrar tudo inclusive receitas caseiras para acabar com os carrapatos. Eles tem um quadrinho explicativo, vale a pena ler.


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Fev 2015

 A IMPORTÂNCIA DE ESCOVAR SEU PET

foto download free sem ferir direito autorais, meramente ilustrativa


Para saber quando escovar o cão e que tipo de escova usar, é importantíssimo que o dono conheça o pelo do animal. Sentir como é o toque quando se passa a mão pelo cão, observar como ele se movimenta e a quantidade de pelos que o cão possui são pontos iniciais básicos para entender qual o tipo de pelo que o cão tem.
Quando é um cão de raça, é mais fácil identificar, pois cada raça tem seu pelo específico. Raças originárias de regiões frias costumam ter pelo duplo e grosso, como uma capa protetora, e, por isso, o pelo é mais resistente e não enrola com tanta facilidade. Já algumas raças de companhia que possuem pelo longo e simples tem a pelagem mais delicada e facilmente formadora de nós, o que requer um cuidado maior.
Já um cão SDR pode ter qualquer tipo de pelo, e é importante que o dono o reconheça e escove conforme a necessidade. Nós e bolas que podem se formar nos pelos por falta de escovação realmente incomodam e machucam o bichinho, e um cão SDR merece o mesmo cuidado e atenção que um cão de raça.
Outros cães que também merecem atenção são os de pelo curto. Por mais que os cães de pelo longo mereçam um cuidado especial, o pelo curto também precisa de escovação regular. Cães perdem pelos durante a vida inteira, sua pelagem está sempre se renovando, por isso, a escovação de um cão de pelo curto é muito necessária. Ela evitará que o cão engula muitos pelos quando se lamber e também que caia pelos pela casa inteira. Os cães de pelo curto pedem escovas de borracha, que retiram os pelos com eficiência sem machucar a pele do bichinho. Até um cão de pelo bem baixinho e curto deve ser escovado, e por seus pelos serem tão unidos à pele, é muito perigoso usar escovas de metal e cortar a pele do cãozinho. 
Alguns cães possuem o pelo duro, que lembram cerdas de escovas de cabelo. Esse tipo de pelo é um pouco complicado de se escovar devido à sua grossura. É interessante que o dono vá com calma e cuidado, para não acabar machucando o animal caso algum pelo seja arrancado ou quebrado. Há no mercado loções especiais para escovação do pelo de cães, que deixam os fios mais fáceis de serem desembaraçados ao mesmo tempo em que proporcionam perfume, brilho e cuidado ao pelo do cãozinho. Essas loções são variadas e existem tipos específicos para cada pelagem, é só procurar em lojas especializadas. 
A frequência das escovações vai depender do comprimento e da grossura do fio. De forma geral, o cão deve ser escovado uma vez por semana, sendo que a região do focinho deve ser escovada diariamente. Porém, cães de pelo longo devem ser escovados de 2 a 3 vezes por semana, e raças de pelo muito delicado é indicado a escovação todos os dias.
É bom lembrar sempre de deixar o cão sobre uma toalha ou um local que seja fácil retirar os pelos depois, porque grande parte deles fica na escova, mas alguns caem no chão e podem causar uma boa bagunça. 
Relaxando o cão, o dono relaxa junto 
O ato de escovar cães pode ser uma maneira muito interessante de relaxar e passar um tempo junto com o bichinho. Ser escovado proporciona prazer e tira o estresse do cão, que, se acostumado desde filhote, vai adorar esse momento do dia. É importante que o dono não veja a escovação do cão como uma obrigação, mas sim como um meio de se conectar com o animalzinho ao mesmo tempo que cuida de sua saúde e bem estar. Conversar com o cão durante a escovação, brincar com ele, tudo isso proporciona felicidade ao bichinho, que se sente bajulado. É interessante também sentar no chão para escovar o cachorro, para ficar no mesmo nível que ele, fazendo desse um momento especial. 

É bom experimentar deixar de levar o cão para o banho todo o fim de semana e tentar cuidar dos seus pelos em casa. Escovar pelo de cachorro não é complicado, só requer atenção, e o cãozinho vai adorar esse momento junto com o dono. 


Link

 CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/escovar-pelo-cachorro/

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FEV 2015:

PARVOVIROSE CANINA: 

CUIDADOS, SINTOMAS E TRATAMENTO

Link: http://www.bolsademulher.com/pet/o-que-e-parvovirose-canina-saiba-por

Saber como ela ocorre, seus sinais clínicos, seus métodos de prevenção e seu tratamento são os primeiros passos para ajudar o seu animal a não contrair a doença. Então, conheça um pouco mais sobre ela e sua prevenção.

O que é parvovirose canina?

É uma doença transmitida através de vírus, que pode ser passada a outros cães através do contato com as fezes.

A parvovirose canina é uma doença aguda e contagiosa, transmitida através do vírus chamado parvovírus.
O contágio acontece por meio do contato do cão com fezes contaminadas. Não é preciso nem que o animal ingira diretamente as fezes, o simples ato de lamber (por exemplo a pata) algo que tenha entrado em contato já transmite a doença. O problema atinge cachorros de qualquer idade, os quais também podem transmiti-lo, no entanto filhotes de até 20 semanas possuem maiores chances, já que seus sistemas imunológicos são mais sensíveis, além de que os pequeninos são mais curiosos.

Sintomas da parvovirose canina

Vômito, letargia, anorexia, grande perda de peso, febre (em alguns casos) e diarreia com sangue são os principais sintomas. Após quatro a cinco dias da infecção, os sintomas da doença começam a se manifestar, quando o vírus chega na corrente sanguínea e atinge o intestino e a medula óssea, resultando em depressão, diarreia profusa com sangue, letargia, anorexia, perda de peso e vômitos.
O vômito é um dos primeiros indícios da doença e, como pode estar relacionado a diversos problemas, os proprietários em geral acabam postergando a ajuda médica, fazendo com que a doença se propague ainda mais. Aos primeiros sintomas, leve o seu cachorro ao veterinário para que faça o diagnóstico e inicie o tratamento o mais rápido possível.
A febre é um sintoma que não ocorre em todos os cães, mas pode chegar à temperatura de 41ºC, seguida de desidratação. É importante salientar que existem casos de hipotermia ao invés de febre. 
A desidratação deprime muito a condição geral, visto que todo o metabolismo fica comprometido. O animal perde a capacidade de absorver nutrientes, tais como proteínas, açúcares, gorduras e minerais, além de perder água, que é de vital importância.
Pode ocorrer anemia, devido à perda de sangue, com palidez das mucosas, que normalmente são rosadas, evoluindo para uma coloração mais esbranquiçada.
Além disso, pode ocorrer uma infecção bacteriana generalizada, pois as lesões que o vírus causa no intestino facilitam a entrada desses agentes infecciosos e sua consequente disseminação por via circulatória. Isso ocasiona focos de infecção em outros órgãos importantes, como o coração, por exemplo. Não é raro encontrar-se esse tipo de lesão nas paredes cardíacas, durante a necropsia.
Raças como os Rottweilers e Dobermanns possuem notadamente uma sensibilidade maior à ação do parvovírus canino, desenvolvendo um quadro clínico ainda mais grave e acentuado.
Existem outras enfermidades que acometem os cães que podem ser confundidas com a parvovirose, cursando com quadro gastrentérico grave, tais como algumas verminoses, clostridioses, salmoneloses, hepatites e cinomose.
Somente o médico veterinário pode efetuar o diagnóstico de forma precisa e instaurar o tratamento correto para seu animalzinho, portanto, evite opiniões alheias e procure um profissional de confiança quando da suspeita de alguma doença.

Tratamento da parvovirose canina
É necessário isolar o animal para evitar o contágio de outros indivíduos e, se possível, realizar o internamento clínico. O risco de morte é grande, os cuidados necessários são constantes e podem levar dias.
A identificação da doença pode ser sugerida por um exame de sangue (por meio dos quais são analisados os níveis de células de defesa - glóbulos brancos) e a maioria dos casos exige a internação devido ao alto grau de desidratação do animal, que só é revertida com a administração de fluidos e eletrólitos para reposição das perdas e manutenção da condição orgânica. Em casos mais graves, deve ser realizada a utilização de expansores plasmáticos para se evitar o choque hipovolêmico. Além disso, é instaurada antibioticoterapia e administração de fármacos antieméticos, no intuito de se evitar episódios de vômito, que debilitam ainda mais o animal.
Durante todo o tratamento, o animal não se alimenta, devido à perda do apetite, e o retorno à alimentação deve ser feito de forma gradativa, com dieta especial como, por exemplo, as rações de linhas de prescrição, que possuem uma absorção mais eficaz e auxiliam na convalescência.
Recuperando-se de todos esses agravantes e voltando a ter imunidade, o cão volta a se desenvolver, porém pode ocorrer um atraso no crescimento e o aparecimento de algumas sequelas, as quais devem ser controladas geralmente por via nutricional. Muito raros são os casos em que o animal obtém a cura sem o tratamento adequado.
O resultado do tratamento depende muito do estado imunológico do cão, bem como do estágio ao qual a doença avançou e do tempo decorrido até que a ajuda médica tenha sido procurada. Só o medico veterinário está habilitado para realizar os procedimentos, portanto consulte sempre a opinião de um profissional antes de administrar quaisquer medicamentos ao seu animalzinho!

Como prevenir a parvovirose canina

As duas melhores maneiras de prevenir a doença são: higienização e vacinação.

1. Limpeza de ambientes infectados 


Limpe com água sanitária o local afetado para não infectar outros cães.Caso saiba de algum foco de doença na região, a limpeza do local deve ser feita imediatamente, já que o vírus é capaz de ficar alojado durante meses no mesmo lugar.Desinfetantes comuns podem não acabar com o parvovírus devido à sua resistência, então o mais indicado é usar água sanitária diluída numa proporção de 1:32 (4 colheres de sopa para uma garrafa Pet de 2 litros). O produto deve ficar sobre o local infectado durante 20 minutos antes de ser enxaguado. Além disso, existem outros produtos comerciais eficazes no combate à contaminação ambiental. Informe-se sobre eles com o seu médico veterinário de confiança.

2. Vacinação preventiva 

A vacinação é a mais eficaz das medidas de prevenção, mas não elimina os riscos por completo.No caso da parvovirose canina, devem ser ministradas 4 doses iniciais da vacina, com intervalos de 3 a 4 semanas entre cada administração. 

Após terminado esse protocolo, deve ser realizado umreforço anualmente, ou segundo o critério que o médico veterinário adotar. É importante esse procedimento, visto que, durante os primeiros meses de vida, o animal possui um sistema imunológico dependente, quase que exclusivamente, dos anticorpos maternos adquiridos via colostro, assim, há um período em que o filhote é muito suscetível a doenças, enquanto a vacina não faz total efeito.
É importante se informar com o veterinário sobre o período exato em que se devem ter cuidados redobrados com o animal e administrar a vacina, pois esse tempo pode variar de acordo com a raça e pode durar de 6 a 20 semanas.
Obviamente, além desses métodos de prevenção, isolar o animal de outro que esteja infectado com a doença e fazer um acompanhamento médico a partir de qualquer contato que ele tenha com um animal infectado são essenciais para ajudar seu animal de estimação.
A parvovirose canina é uma doença com alta morbidade e em 80 a 85% dos casos leva à morte. Só você pode ajudar o seu cãozinho, prevenindo o contato com o parvovírus e tomando os cuidados necessários caso o seu pet esteja com os sinais clínicos da doença.
Até o momento, não foram relatados casos de contaminação da doença em humanos ou outros animais, sendo um risco exclusivo para cães.
O acompanhamento médico regular é essencial para garantir a boa saúde de um animal e evitar a manifestação de diversas doenças. Vá sempre a um veterinário de confiança.

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Fev 2015 

LEPTOSPIROSE: COMBATA PREVENINDO


Fonte : Dicas Peludas (Clique no link para saber mais), Grupos do Google

Calor, ratos, forte chuvas, alagamentos... essas são condições muito propícias para a contaminação da Leptospirose, cuidado!  Leia o carta do lado direito do blog, imprima do site Dica Peludas e distribua em bares, padarias, na sua comunidade.
Para os proprietarios de terrenos, ja sabe o que fazer, mandar limpar para evitar a infestacao de ratos e baratas. Para as prefeituras, ligue e insista para que eles limpem seus terrenos. Aos vizinhos, nada de lodo nas guias e calcadas, limpar com produtos que nao faz mal aos animais e humanos e sem gastar muita agua. A limpeza evita muitas doencas. Tape os ralos de sua casa, coloque telas nas janelas, Faz a sua parte e conscientize as ruas do seu bairro. Nao tenha receio de fazer a coisa certa.

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Fev/2015

Pulgas e Carrapatos: Remedio Caseiro


Um enfia o ferrão no bicho e chupa seu sangue. O outro dá umas picadas, lambe o sangue e percorre o corpo do animal, provocando uma coceira de dar dó. E nessa época, a incidência é muito grande por causa do calor.
Pra ambos, o mesmo remédio. O Universo Jatobá traz 5 alternativas caseiras que têm como base produtos naturais, como ervas e essências. Fazem bem para os bichinhos de estimação e para o seu bolso. Anote aí:
- Use algumas gotas de essência de eucalipto e alecrim para limpeza do ambiente onde o cão ou o gato frequentam.

-Separe 20g de folhas de arruda em 1 litro de água quente sem ferver, use para enxaguá-los após o banho e deixe secar naturalmente.

-Faça o mesmo com folhas de menta, mas coloque a solução em um borrifador e espirre na pele do cão ou do gato e espere penetrar bem.

- Triture sementes de alecrim e esfregue o pó no corpo do ani­mal de esti­mação. Aqui, outra opção é usar umas 5 gotas de óleo de alecrim na água do banho do animal.

- Mais uma alternativa é usar sementes de erva-doce. O processo é o mesmo feito com as sementes de alecrim.

Quando o tempo estiver mais friozinho, aplique alguma das receitas uma vez por semana. No verão, você pode fazer até 2 vezes.



Ah, outra dica muito importante é tomar cuidado com os olhos dos bichinhos para não irritar.

As pulgas e carrapatos podem trazer consequências graves à saúde do animal de estimação. Mantenha e higiene dele em dia!

Espero que as dicas ajudem!



Creditos: Prot.Animal Google Groups, www.universojatoba.com.br

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21/09/2014 

CINOMOSE: TRATAMENTOS



Até pouco tempo, a cinomose remontava um longo histórico de insucessos no que tange tratamentos para animais acometidos. Dois fatores se associavam e possuíam papel importante na manutenção dessa perspectiva negativa.
O primeiro pode ser considerado quase cultural, animais acometidos não recebem a devida atenção até que a doença atinja sua fase nervosa. Durante esta fase não neurológica, os sintomas comumente observados são distúrbios intestinais e respiratórios, apatia, falta de apetite e ressecamento do coxin palmar, e este quadro costuma não ser o bastante para alarmar os proprietários. Sendo o auxílio médico procurado somente quando a doença atinge a fase nervosa e a perturbação do estado do animal é mais chocante.
O segundo fator é decorrente da antiga interpretação que se tinha do mecanismo de ação do vírus no fase nervosa. Supunha-se que as lesões que ocorriam eram resultado de uma reação estritamente auto-imunes, algo como se o vírus da cinomose desencadeasse algo, fosse eliminado, mas a reação desencadeada continuasse. Por isso era preconizada uma intervenção através de antiinflamatórios e imunossupressores, pois se via uma necessidade de suprimir esta condição de auto flagelo.
Foi averiguado que a ação dos macrófagos sobre células nervosas é orientada sobre células contaminadas, o que indica que a reação auto-imune é conseqüência direta da presença do vírus.1 Uma vez constatado isso, fica fácil entender como os fatores citados contribuem para o óbito dos animais infectados: os proprietários buscam ajuda especializada somente quando a doença está em estagio avançado (fase neurológica) e a prescrição de antiinflamatórios (que são geralmente corticóides) minam o sistema imune do animal, permitindo alem da proliferação do vírus, também a reação auto-imune que aumenta como forma de contenção das células infectadas.
Os tratamentos de maior sucesso para cinomose canina são apropriações de tratamentos consagrados para outras enfermidades causadas por vírus similares, como é o caso doRibavirin e da Vitamina A, que são utilizados no tratamento do sarampo 2 3 ,4 mesma família e gênero (Paramyxoviridae – Morbilivirus) e do Alfa Interferon, utilizado para o tratamento do sarampo4 e quando se deseja preservar aves acometidas pela doença de Newcastle,5 mesma família, mas gêneros diferentes (Paramyxoviridae – Avulavirus ).
As primeiras referências de que tratamentos eficazes para vírus similares poderiam ser efetivos para cinomose surgiram quando trabalhos verificaram que a cinomose era uma doença equiparável ao sarampo 1 e animais infectados poderiam ser utilizados para o desenvolvimento de novas tecnologias para tratamento do sarampo. A dúvida se para o caso do sarampo a recíproca seria verdadeira foi esclarecida quando estudos verificaram a eficácia de tratamentos clássicos para o sarampo quando estes eram aplicados sobre animais com cinomose.
A primeira constatação foi quando a indução de altos níveis séricos de Vitamina A, que é um tratamento ostensivamente utilizado para tratamento de sarampo 2 (sendo inclusive recomendado pela Organização Mundial da Saúde 6 ), produziu um efeito de 100% de cura em animais experimentalmente infectados. O grupo que não recebeu a suplementação todo veio a óbito.7 . Atualmente já se sabe que retinóides (Vitamina A e seus derivados) tem efeito inibidor direto sobre o vírus do sarampo, o que corrobora sua capacidade como tratamento em animais com cinomose 8
A constatação da eficácia da Vitamina A no tratamento da cinomose encontra nos carnívoros, especialmente nos cães, um aliado excepcional, que é sua capacidade de conversão da Vitamina A em ésteres não tóxicos.9 Esta característica dos carnívoros é bem conhecida, o que afasta os riscos de uma possível hipervitaminose decorrente da manutenção de altas doses. Para os cães em especial existe um valor de referência para mensurar o risco da hipervitaminose, um estudo realizado nos Estados Unidos constatou que é preciso uma dosagem de 300.000 UI/kg diária, durante trinta dias, para que os primeiros sinais de hipervitaminose apareçam; e é preciso sessenta dias de ingestão dessa dosagem para levar o animal a óbito.10 Sendo que esta dosagem, 300.000 UI/kg é sessenta vezes maior do que o limite estabelecido para humanos.
Os mecanismos de ação que explicam sua efetividade no tratamento da cinomose permanecem sem compreensão plena, assim como esta questão também existe para o caso dosarampo. Alguns indícios apontam para uma ação indireta, como a verificação de que há a redução das quantidades de Vitamina A durante a infecção,7 apontando para a hipótese de que a Vitamina A seja matéria-prima para algum mecanismo de resistência à infecção. A própria característica antiinfectiva 11 não específica da Vitamina A é um mistério, não havendo no entanto qualquer dúvida sobre sua efetividade, com mecanismos de ação elucidados ou não.
A adoção do Ribavirin como tratamento para cinomose seguiu os mesmos passos da Vitamina A, ele era a princípio utilizado em casos de panencefalite esclerosante subagudadecorrentes do sarampo. A primeira verificação da efetividade se deu in vitro.12 O que permitiu constatar que o vírus da cinomose é bastante susceptível ao Ribavirin e a seu mecanismo de indução ao error-catastrophe, sendo necessários de 0.02 a 0,05 micro mols para um efeito inibitório na replicação do vírus de 50%.
A principal preocupação na utilização do Ribavirin era o resultado de sua interação com a barreira hemato-encefálica. Sendo o cérebro região imunológicamente privilegiada, a dúvida residia na capacidade do Ribavirin de ultrapassar tal barreira. Um estudo utilizando camundongos com encefalite decorrente do sarampo verificou-se que uma vez que o vírus tenha se estabelecido no fase nervosa, a barreira hemato-encefálica de certa forma tomba, reduzindo a restrição para a ação do Ribavirin nestas áreas.13 A verificação de todos estes resultados in vivo é resultado de um estudo nacional e foi realizado utilizando apenas animais que já houvessem desenvolvido a fase nervosa da doença, o resultado foi uma eficácia de 80%.14 As ressalvas encontradas foram a necessidade de monitoramento do animal devido ao risco de uma leucopenia e também a necessidade da ingestão de alimentos ricos em triglicerídeos de cadeia longa (gorduras) tanto para melhor absorção do medicamento 15 quanto para preservação das mucosas gástricas, que são bastantes susceptíveis ao Ribavirin.
CINOMOSE, SINTOMAS, ESCLARECIMENTOS

Doença é um dos principais temores dos tutores de cães 
Com apenas 20 dias, a cadelinha Filomena, da raça Shitzu, chegou ao lar da família Magalhães. Como todo animal de estimação tinha tratamento de princesa: dormia até na cama dos pais da desenvolvedora web Rhullyanna Magalhães, 21. Dois anos depois, em uma visita de rotina ao veterinário, ela contraiu, por meio do ar, uma das doenças mais temidas pelos tutores de cães: a cinomose. Em apenas quatro dias, a doença neuro-degenerativa avançou e a família optou pela eutanásia para acabar com o sofrimento do animal. O método é popularmente conhecido como sacrifício.

No mesmo dia da consulta, de acordo com Rhullyanna, ‘Filó’ (como era carinhosamente chamada pelos donos) apresentou os sintomas. “Ela estava perfeita antes, e veio apresentar os sintomas uma hora e meia depois da visita”, assegurou. Ainda conforme a tutora, os sintomas apresentados por Filó se assemelhavam às convulsões de epilepsia. “O veterinário logo atentou e a medicou com remédio para epilepsia, mas não funcionou”, relembrou a desenvolvedora.
Quatro dias depois, a família levou Filó para obterem uma segunda opinião a respeito do caso, porém, o exame de sangue diagnosticou a cinomose, segundo Rhullyanna. “Como a doença já estava avançada, não tivemos outra escolha a não ser sacrificar. Foi muito rápido. Ela já não comia e nem fazia as necessidades. Os olhos dela ficavam vidrados, as patinhas enrolaram. Ela gemia muito e parecia não nos ver”, pontuou.
Com a decisão pela eutanásia, a desenvolvedora relatou os procedimentos tomados com Filó. “Deram um sonífero a ela, depois a injeção. É uma morte sem dor, mas ficamos todos muito abalados. A acompanhei no momento da injeção, ela ficou olhando dentro dos meus olhos o tempo todo. Foi muito doloroso”, lamenta Magalhães. “O veterinário disse que não tem cura, disse que apenas há como controlar ou regredir o avanço da doença, já que é degenerativa”, complementou.

Prevenção como principal aliada dos tutores de animais

A dor vivenciada por Rhullyanna acomete muitos tutores de cães infectados pelo vírus da cinomose. De acordo com o veterinário Marcelo Gama, a cinomose é uma doença viral multissistêmica, altamente contagiosa e severa dos cães e de outros carnívoros, sendo observada mundialmente. “É mais prevalente em cães e causa maior morbidade e mortalidade que qualquer outro vírus que os infecte. Somente a raiva apresenta porcentagem de fatalidade em cães mais elevada que a cinomose. Estando intimamente aparentado, tanto antigenicamente quanto biofisicamente, aos vírus do sarampo humano e da peste bovina”, descreveu.
Marcelo ressaltou ainda que a infecção pelo vírus da cinomose ocorre através da exposição ao ar, e o vírus da doença é um morbilivírus da família paramyxoviridae. “A transmissão se dá pelo animal hospedeiro ou portador. O vírus é eliminado pelos animais infectados em todas as secreções e excreções do corpo, mas é instável no ambiente. Sobrevive poucas horas e não mais que alguns dias fora do hospedeiro. Ele é destruído pela maioria dos desinfetantes”, destacou o médico.

Sintomas da cinomose

Quase todos os sinais clínicos da cinomose se dão devido às infecções bacterianas secundárias e a taxa de mortalidade pode variar de 0 a 100%, também dependendo muito da resistência e idade do animal, alertou o profissional. “O vírus da cinomose pode afetar qualquer região do Sistema Nervoso Central e os sinais neurológicos podem ocorrer durante, após ou na ausência de sinais multissistêmicos”, assegurou.
“Os sintomas principais variam entre mal-estar, anorexia, depressão, febre de 39,5 a 41ºc, rinite (descarga nasocular serosa e mucopurulenta), conjuntivite (descarga nasocular serosa e mucopurulenta), pneumonia, tosse, vômito, diarréia, ceratoconjuntivite (descarga ocular serosa e mucopurulenta), cegueira, ataques convulsivos, alteração comportamentais, incoordenação dos movimentos e tremores musculares”, reiterou Gama.
Conforme Gama, em relação aos estágios da doença, geralmente observam-se sinais sistêmicos e dependendo do animal, os sinais nervosos progressivos também, mas não necessariamente nesta ordem. “O vírus tem particular afinidade por tecidos linfóide e epitelial (tratos respiratório, gastrintestinal, urinário e pele) e pelo sistema nervoso central. Dependendo do proprietário do cão, faz-se o tratamento paliativo. A eutanásia pode ser sugerida pelo profissional veterinário, quando a doença apresenta-se na fase nervosa”, alegou. Ainda segundo ele, a cinomose não oferece risco aos humanos.

Doença evolui rapidamente
A doença não demora a se manifestar: de acordo com o veterinário, os sintomas surgem em até 15 dias após o seu contágio. A eutanásia (ou sacrifício) se faz necessária por conta da evolução da doença, relatou Gama. “O termo correto para essa atitude é eutanásia, e isto acaba ocorrendo por causa do curso clínico da doença instalada, uma vez que é uma doença neuro-degenerativa”, disse.

Cura: sim ou não?
Muito se discute no ramo das ciências veterinárias acerca das possibilidades de cura ou não da doença. Marcelo aborda que o que existe é um tratamento paliativo, muito dependente do estágio em que a doença se encontra quando o animal é levado ao médico veterinário.
“Por ser uma doença que no início apresenta-se com sinais inespecíficos, geralmente o proprietário somente se dá conta quando o animal está prostrado quase sempre na fase nervosa. E quando o animal resiste a um primeiro embate, o mesmo fica sendo portador do agente etiológico, o qual aguarda um novo momento de imunodepressão para se apresentar, produzindo debilidade no organismo”, destacou.
Apesar da gravidade da doença, o médico destaca a prevenção como a principal aliada dos tutores de animais. Entre as medidas preventivas, conforme ele, está a vacinação dos filhotes com seis a oito semanas de idade. “No caso de cães com mais de 16 semanas vacine duas vezes, com um intervalo de 2 a 4 semanas”. E completa: “A imunidade vinda da vacina não é para a vida toda, então é recomendado reforços altalmente”.

Nota do Moderador: Busque tratamentos alternativos, acupuntura, hidroterapia, existe sempre uma luz no final do tunel.
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01/09/2014
IMPORTANTE:

SOBRE VACINAS EM PET SHOP, EVITE!


foto meramente ilustrativa sem ferir direitos autorais

Sobre as ampolas de vacinas vendidas em pet shops, embora em pet shops sejam mais baratas, é sempre bom visitar o médico veterinário, assim ele avaliará se o animalzinho possui algum tipo vulnerabilidade, além dos endo e ectoparasitas que influenciam diretamente na saúde dos peludinhos.
Em alguns pet shops as ampolas são armazenadas em locais e temperaturas inadequadas, podendo não surtir nenhum tipo de efeito, ou pior: causar efeitos colaterais. E o que era para ser mais barato, acaba saindo mais caro.
O médico veterinário saberá lhe informar sobre as vacinas, período de revacinação e o tipo de vacina, dependendo do ambiente em que o paciente vive. 
Pergunte também sobre os mais variados benefícios da castração, é importante que saiba!
OBS: Não há nenhuma vacina que deva aplicar denominada com "11". Informe-se com especialistas da área. 
Qualquer dúvida, estaremos à disposição. 

Por Talita Ribeiro - Equipe do Blog Companheiro de 4 Patas e Moderadora da Pagina no Facebook

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30/08/2014

Giárdia em Cães


As deflagrações da doença em proporções epidêmicas têm sido, na maioria das vezes, atribuída à transmissão pela água, pois sua contaminação com efluentes humanos e com fezes de animal infectado pode levar a infecções amplamente disseminadas, tanto em humanos quanto em animais

*Por Ana Laura D`Amicio Fam e Heide Withoeft

A giardíase é uma doença causada pelo protozoário G. intestinalis (também conhecido por G lamblia ou G duodenalis) e hoje é considerada a doença protozoal entérica (intestinal) clinicamente mais preocupante em cães. Este parasita intestinal além de ser responsável por causar danos à saúde dos animais (cão, gato, gado, roedores, entre outros), pode eventualmente infectar o homem. Popularmente a giardíase também é conhecida como Enterite por Giárdia, Gastrenterite por Giárdia, Duodenite por Giárdia, Lambliose ou Giardose. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considerou a giardíase uma zoonose em 1979, por apresentar baixa especificidade pelos hospedeiros. Atualmente são reconhecidas cinco espécies de giárdias que acometem animais e o homem: G. duodenalis (intestinalis), G.agilis, G. muris, G. ardeae, e G. psittaci. Resumindo, há giárdias de genótipos específicos para determinado hospedeiro e giárdias de genótipo comum à humanos e à vários animais, os chamados genótipos zoonóticos.
 homem e os animais têm contribuído para o aumento da infecção em áreas populosas. Atualmente, a recorrente presença de cães nas áreas urbanas expõe a população à contaminações ambientais e à doenças pelo contato direto ou indireto com animais infectados, incluindo a giardíase e outras parasitoses.
A giardíase tem sido uma das principais causas de doença nos animais domésticos, constituindo-se um problema relativamente comum na clínica médica de pequenos animais. Apesar do uso frequente de vermífugos, o problema é visto diariamente em consultórios, clínicas e hospitais veterinários.

Transmissão
Os cães são infectados a partir da ingestão de água e/ou alimentos contaminados com cistos oriundos das fezes de outro indivíduo doente (conhecida como transmissão indireta).
O risco da infecção por giárdia é acentuado com a alta densidade populacional, falta de higiene e certos hábitos alimentares. Cerca de 10 cistos levam a infecções. Suas taxas são altas em áreas de grande população humana e animal, devido ao aumento da oportunidade de transmissão de forma direta ou indireta. É possível haver transmissão direta (contato entre indivíduos contaminados), principalmente em locais onde os animais encontram-se aglomerados, como gatis e canis.
O cisto (forma infectante) é capaz de sobreviver durante meses em ambiente úmido, porém os cistos são inativados pela maioria dos compostos de amônio quaternário, água sanitária, vapor e água fervente.
Após serem ingeridos pelos cães, transformam-se em trofozoítos que é a forma causadora da doença. Já no intestino do animal, esse parasita adere ao epitélio intestinal, não apresentando capacidade invasora ou destrutiva direta.
A susceptibilidade a contrair a doença aumenta quando houve transferência
As deflagrações da doença em proporções epidêmicas têm sido, na maioria das vezes, atribuída à transmissão pela água, pois sua contaminação com efluentes humanos e com fezes de animal infectado pode levar a infecções amplamente disseminadas, tanto em humanos quanto em animais.
Uma vez que os cistos da giárdia podem sobreviver em água por vários meses, a fonte de contaminação é muitas vezes difícil de ser determinada. Contudo, as fezes dos animais, tais como cães, bovinos, ovinos, cavalos e suínos, representam um grande potencial para contaminação da água e dos alimentos, carecendo de medidas de saneamento cada vez mais intensivas.
Dados epidemiológicos
A giardíase acomete mais frequentemente animais jovens (de até um ano), dos quais 26-50% são infectados. Quando estes animais vivem em grupos, como por exemplo, em casas em que vivem diversos animais ou canis, 100% deles podem chegar a estar infectados, não havendo predileção quanto ao sexo e tanto fêmeas quanto machos são acometidos.
Sua importância epidemiológica se deve ao fato de possuir potencial zoonótico e pela apresentação sub clinica da doença, onde não há sintomatologia, porém há disseminação dos cistos via fecal.

Sinais clínicos
Apesar das infecções sintomáticas serem comuns em animais jovens em sua maioria as infecções por Giardia spp são assintomáticas nos adultos. O período de incubação varia entre 9-15 dias após a ingestão do cisto, e a fase aguda dura 3-4 dias.
A infecção leva a quadros de diarreia intermitente comprometendo a digestão e a absorção de alimentos, levando a desidratação perda de peso e até mesmo ao óbito. Comumente as fezes são pálidas, fétidas e moles, podendo apresentar-se na forma aquosa ou hemorrágica, quando contém vestígios de sangue. Porém, fatores como cepa do parasita, tempo de infecção, dieta e imunidade influenciam na sintomatologia da doença.
Os distúrbios gastrointestinais podem se apresentar de forma aguda e progressiva, como anorexia, náuseas, vômitos, dor abdominal e diarreia aquosa sem febre. A maioria dos animais se recupera da giardíase aguda, mas alguns podem sofrer com diarreias crônicas causadas pela giárdia que persistem dois anos ou mais.
Os sintomas nos seres humanos são de ordem intestinal, aparecendo entre uma e duas semanas após a infecção, podendo durar de duas a seis semanas ou mais tempo. Neste período pode-se observar diarreia, presença de gases e flatulência, dores abdominais e náuseas. A aparência das fezes pode ser oleosa e tendem a boiar na água. Pode ocasionar perda de peso e desidratação. Algumas pessoas com giardíase não apresentam nenhum sintoma.

Diagnóstico
O exame clínico convencional pode levantar suspeitas da doença, principalmente diante dos relatos feitos pelo proprietário do animal. Contudo, o método diagnóstico utilizado atualmente é a identificação dos cistos na avaliação fecal, ou seja, através de exame laboratorial das fezes do animal.
Vale ressaltar que, segundo a literatura, a detecção de cistos nas fezes só é possível entre um e sete dias após o inicio dos sintomas. O exame seriado, aquele repetido mesmo ao dar negativo, aumenta a sensibilidade do exame, a qual passa de 70% quando avaliada única amostra para 95% quando analisadas três amostras distintas. Trofozoítos raramente são visualizados, pois no intestino delgado sofrem alterações morfológicas que os possibilita aderir à mucosa intestinal por mecanismo de sucção. A formação da giárdia em forma de cisto ocorre quando o parasita transita pelo cólon, e é nessa forma então que os cistos são encontrados nas fezes e são infectantes.
O método preferível para visualizar os cistos nas fezes é o da flutuação em solução de sulfato de zinco. Entretanto, alguns autores consideram este método inadequado, pois os cistos não são facilmente visualizados em meio aos detritos fecais.
Assim, técnicas de imunodiagnóstico foram desenvolvidas para detecção de antígeno nas fezes por meio de imunoensaio enzimático (ELISA). Este método, apesar de mais dispendioso do que a procura de cistos nas fezes, apresenta maior sensibilidade e especificidade. A detecção de antígenos fecais por PCR das fezes também pode ser realizado, porém é uma técnica de custo elevado.

Tratamento
O medicamento mais utilizado para o tratamento da giardíase em cães é o metronidazol, na dose de 50mg/kg/dia. É relativamente seguro, eficaz, porém não deve ser administrado em gestantes, pois atravessa a barreira placentária.
Anti-helmínticos como o albendazol também mostram ser seguros e eficazes, sendo 100% eficaz na dose de 25mg/kg VO, BID para quatro doses. A furazolina também pode ser utilizada especialmente para filhotes que não toleram nitroimidazóis. Medidas de higiene no local de acesso dos animais fazem parte do tratamento e são fundamentais e indispensáveis, a fim de evitar reinfecções.
Frequentemente, a terapia de suporte deve ser instituída, que inclui a fluidoterapia, modificação alimentar, antieméticos e agentes protetores gástricos, a fim de acabar com os sinais clínicos secundários à infecção intestinal. No entanto, nos casos mais graves, a descompensação aguda pode ocorrer secundária à depleção de volume, perda de fluído e distúrbio ácido básico que ocorrem devido ao trato gastrointestinal ser incapaz de desempenhar suas funções hemostáticas normais. Nesses casos deve ser instituída terapia agressiva, com internamento e intensivismo até a resolução da doença e das consequências geradas por ela.

Controle e prevenção
Ações de educação sanitária devem ser implementadas, objetivando a adoção de hábitos de higiene específicos e diminuir a transmissão fecal-oral, torna-se importante melhorar a qualidade da água e lavar bem as mãos e alimentos antes das refeições. A eliminação de insetos vetores, como moscas e baratas, contribui para a solução do problema. A orientação do paciente quanto ao controle parasitológico dos animais de estimação existentes na casa, sob supervisão de um médico veterinário, também é fundamental. O ambiente do animal deve ser descontaminado. A ação de solução de amônia quaternária por 30 a 40 minutos pode ser utilizada para essa desinfecção.
Nesse sentido, a vacinação de cães contra a giardíase pode ser recomendada como medida profilática, já que a vacina reduz eficazmente a incidência, a severidade e a duração da eliminação de cistos. A vacina pode ser aplicada a partir do 56º dia de vida, sendo ineficaz para cães já infectados. A segunda dose da vacina pode ser feita 14 a 28 dias após a primeira e a revacinação é anual. Vale ressaltar que o animal só torna-se imunizado 15 dias após a aplicação da segunda dose da vacina.

Conclusão
Diante dos riscos da doença, o que se recomenda por primeiro é a prevenção (vacinação). Manter a higiene pessoal, saneamento básico e cuidado com o manuseio dos alimentos ou água, é fundamental. Havendo contaminação, o tratamento dos animais parasitados torna-se indispensável. Uma forma de precaução importante é realizar a vermifugação periódica e o acompanhamento veterinário, visando diagnóstico precoce, assim como o tratamento de animais infectados e a realização de exames regulares são fatores que podem contribuir para o controle da doença.

Link: 
http://www.caesegatos.com.br/giardia-em-caes/#sthash.au2KaVBc.dpuf

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